Referência Completa


Título: Estudo experimental da erosão em bocais de sistemas propulsivos híbridos aeroespaciais
Autor : André Maass Reis
Curso : Engenharia Aeronáutica
Orientador : Jose Atilio Fritz Fidel Rocco
Coorientador : Susane Ribeiro Gomes
Ano de Publicação : 2012
Assuntos : Motores foguetes
t Propulsão de foguetes
t Sistemas de propulsão
t Combustíveis líquidos
t Engenharia mecânica
t Engenharia aeronáutica
t Engenharia aeroespacial
Resumo : Motores-foguete operam a temperaturas altíssimas, o que faz com que diversas substâncias contidas no escoamento dentro do bocal do motor se tornem bastante reativas, e reajam com o material do próprio bocal. Tais reações geram um desgaste no material caracterizando a erosão termoquímica, fenômeno que é o foco deste trabalho. A erosão aumenta a área interna da garganta do bocal, o que piora o desempenho do motor, uma vez que gera uma queda na pressão da câmara e nos níveis de empuxo produzidos. Portanto, a compreensão do fenômeno da erosão é extremamente importante para que se possa desenvolver métodos para evitá-lo, e assim possibilitar o desenvolvimento de foguetes mais eficientes e com pressões de operação mais elevadas. Existem diversos estudos relativos à erosão em motores foguete sólidos, mas esse fenômeno não foi tão extensamente estudado em motores híbridos. O objetivo deste trabalho foi realizar um estudo experimental da erosão no bocal de grafite de um motor foguete híbrido variando a formulação do combutível, o injetor utilizado e o tempo de operação do motor. Foram utilizados combustíveis compostos de poliuretano + 50% parafina, poliuretano + 10% alumínio, poliuretano + 30% parafina + 10% alumínio, e UHMW. Os tempos de operação do motor foram de 6s, 10s e 25s. Foram utilizados injetores dos tipos: swirl grande, swirl pequeno, axial 3,1mm, axial 3mm com placa, SP sem placa, e SG com e sem placa.
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